February 9th, 2010
Alban was photographed by police helicopters once in ‘Cintra, (1997) like Henri from ‘Les Mandarins’ de Beauvoir calls to Sintra and in the first days of December of 2009 in Jeeser/Mecklenburg-Vorpommern.
Once Alban got rid of two men who wanted to attack him, other time he kicked with his right foot a man from Campeã, the same homeland as my second elementary school teacher.
He is peaceful, wants peace but sometimes some people are not under the casual journey into the altar of milk and honey.
The new depart was in the future’s open diary with space and lucidity trained skills like the flashes in the places he has been, where we will go to feel. The plural is the rest of our lives, someone watches while we sleep, no switch blade but a speed in the thinking where Plato knew where to send his true voice and the truth is immune to all the sadness and the gloom.
I seek and believe in everyone, come on please turn existence in something natural again ah sowing seeds, in this white city where Bruno Ganz was actor for one Lisbon Story and now the angry place where the best solitude performance is this Christmas with my thinking demonstration walking in the Frisian moods and I do the talking in a thousand lips with loving songs and you can come too.
I am a nahif man with fierce eyes.
I would dare to give you my soul, dear childhood, you know once I was a little boy who later met his love in the countryside and now he keeps wondering about you.
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February 4th, 2010
As doenças psíquicas são consequência do caos sexual da sociedade. Há milhares de anos, este caos tem tido a função de submeter psíquicamente o homem às condições de existência predominante, de interiorizar a mecanização externa da vida.
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February 3rd, 2010
Era sexta-feira, meia-noite em Madrid, estava na estação de autocarros esperando a minha ligação para Barcelona. Andava a bordo da plataforma e vi uma sorte fausta, uma rapariga de 16 anos, que seguiria no mesmo autocarro para junto dos seus, falou-me que tratava de crianças num tom muito suave a mim, era tão doce, simples e corajosa. E seu porte foi ilustre na progressiva lucidez da viagem de ambos na tez nocturna das estradas de Espanha.
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February 1st, 2010
O que é grandíloquo numa demanda cinéticamente favorecida pelo florescer da dúvida numa solene nobreza de foco sensível no coração, reside tanto ou quanto a virtude delinea a compreensão de um solitário, porque assim o quis, disse o cowboy à actriz.
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January 26th, 2010
Tomo na suavidade dos rolamentos em órbita plana, um espraiar de minhas pétalas enquanto pele que adivinha o sol raiando no brando florescer da manhã e o afecto que me enlaça, tem corpo de vento e este abraça-me com a alegria de um trampolim tão elástico como o destino.
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January 24th, 2010
Come inside into the physical reality, shake the orgonon divinity in the first glimpse of your sexuality, your voice will end in calm choice beneath the sweet forest where a certain energy that makes me wanna write you on the wall, before your picture goes, yes its said to say, cause I am going on my way, in my fragile mind but as I read fate and will, I can understand the combat that I am involved in and that is to have been born to spend my life time to be inside the others, to write in the hair and skin, in passion for life.
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January 19th, 2010
Não tenho um amor nem uma máscula solidão, recorro aos ocasos que ocorrem no concílio pessoal que se recorda de quem foi esse deixar ir no rair do sol, por o fazer sorrir que nem as bojardas do famoso pé esquerdo do Manuel de Lordelo, que davam ainda assim tempo de saber que defendo as minhas irmãs com olhos e pés ferozes que nenhum homem pode rebater e tal como um outro homem no ´Homem de Papel´de Bilal, se transformava quando havia trovoada e passava por todos os perigos sempre ileso e invencível, defendendo os limites das pétalas delicadas dos românticos.
Esta era é de aprendizagem para o saber que vai sempre a caminho, num Portugal onde bocejo e ganho vantagem no lapidar do culto da coragem, mesmo que as minhas irmãs andem na sua ciranda, eu e elas contamos com o refrão de um outro culto, o de sublimar o real em beleza e quando o temos, chega o sorriso de carácter que pulula em graça de crina.
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January 15th, 2010
Its a new feeling that has hands in treasures, I was found in a fury wind and talked with the legion of his memories that erased what was known, so I sought to take the ballad of the delicate people around the silent time which faced me and it has taken me into the highest star where no one can and has time to understand the human brain, even if our birth had a thousand golden suns, our ego nudity accepts the ups and downs from the romantic exchange between the living human grace who surrounds what then can be found as an original idea in motion.
What I think about the kind of rare plants that grow with a pumping seeking fever scracthing what it ascends to the sun, is that humans will have no Earth´s time to understand each other and this is known as a thought with veins as the call from other births, keep my faith running in, even if relations have her own dance and that she can be measured by love, peace and understanding, then its up to each of us to recognize where are the hidden treasures in time to our mighty refrain.
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January 14th, 2010
Mostro-te a capela em Sintra, onde em 1997 me reconheceram como poeta e lançei arroz nos recém casados, a Bibiloteca Nacional já viste e lá estudaste e no próximo verão, lerás ´A Virgem da Polónia´, o best seller do século XIX, de José Joaquim Rodrigues de Bastos, enquanto chego agora da Pastorinha e vi as trabalhadoras na paragem do 58, um encapuçado e um bandido de bigode e cicatriz no rosto, ladrão local que era chacota de dois homens e do Senhor João que sendo adepto da briosa, me serviu o café que poderia ser uma memoria da rapariga com quem falei no Parque Dom Manuel de Braga em 1996 e o belo Choupal, onde andei por ícones rosas de uniões seguidas pelo meu instinto felino de quem trata das porções da tristeza e as relança em tom delicado num pequeno lago, sim na casa do lago, onde nos tivemos e me fazias o café, para nos banharmos e tu nadas tão bem e foste tão longe e trouxeste joaninhas perdidas lá a meio de onde te avistava e agora sei porque te levei a casa, depois de voares a caminho de Lisboa; porque andavamos numa ciranda ajardinada com timbalinos ao sol tão preciso como este meu sonhar em ascensão sublime, pois residimos no homicidio da luz.
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January 14th, 2010
No achego maleável pelos teus contornos que nos deixam em varejo momentâneo às manobras da apanha, pois que a liberdade britada numa mesa de granito, não deixa trauma, mas uma imponência que qualquer velocípede no seu caminho do núcleo nutritivo com que te amei, entrando dócil em ti, tal Mestre e Margarida e nas deixas de teu paladar de conhecimento, as manhãs de Przezmierowo foram diabólicas, tanto quanto as minhas incursões pelo bairro no teu Ford Fiesta que conduzi com mestria, estacionando por vezes junto à floresta para entrar e palminhar até à casa chique mas sem cacique e sem chefe mas com teu Deus, que o Professor de Teologia da tua Universidade tão bom homem e nos mostrou água a 200 graus negativos no seu gabinete que nunca vimos, pois se dissolveu e agora que venho de uma intolerância urbana pelos outros que me toleram no sangue de uma família que tem um rosto de coragem, como aquela que a geração dos meus pais mostrava na Estrada Nacional Nº1 nos anos Setenta.
As redeas da coragem talvez voltem a Greifswald mas para procriar com Z., enquanto K. vende livros e eu vou até à estação falar com os passageiros da gare, como o vendedor de barcos, um jovem germânico a quem falei tudo que eu sabia de barcos, navios, embarcações e sua história e ele acedeu simpático, foi para seu destino, voltei em áudio a Chomsky, a meu lado uma senhora alemã que sorria na sua condição de aposentada e salvei um senhor de ser espacando pela polícia, com perícia e diante de 3 polícias raivososos e falando com eles até eles desistirem por vergonha e peguei nos braços senhor pu-lo nos meus e levei-o para lugar seguro. Para que a liberdade se cumpra, o eremita hipersensível, desdobra-se nas manobras que sempre existiram na virgindade dos séculos, qual carta ensolarada por memória do amor que se cumpre também, em tempo, no nosso tempo, querida Sofia (Kocham Çie)…
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