Archive for January, 2009

A minha caixa de correio excita-me pela manhã

Saturday, January 31st, 2009

Sábado sem febre, os homens bebem e as mulheres compram chocolates e também bebem; já andei um pouco mais que o usual para falar com compradoras do que estimula a serotonina e dos compradores de cerveja sem chapéu de chuva e as empregadas da Valenciana muito simpáticas, assim como uma tal de Dona Maria Amélia, a quem beijei na boca, por ser anarquista graças a deus, há uns anos e na adaptação de vida, há um salvo-conduto dos dias sem chocolate e cerveja, que pode ser uma voz, uma canção, tempo de estação na noite sob o que se almeja e se lacrimeja também e a prenda mais excitável de sempre, foi um caderninho vermelho feito e deixado na minha caixa de correio, pela Patrícia Guerreiro, mais prendas houve (vinha a subir as escadas e pensei nisso), mas pela minha caixa de correio tenho um carinho muito especial e centenas de centenas de cartas de toda a Lisboa, Portugal e de centenas de outros países, a ela chegaram e os pulos de alegria, quando não espero cartas e elas chegam, com um menino que recebe seu louvor e sorri amplamente e a todos/as que me escreveram, o meu obrigado.

Hilariedades mansas

Saturday, January 31st, 2009

Não tardar no ápice que se acerca do leme dourado que empala a crina de teu cavalgar, entre a verdade e a independência aprimoradas com a coragem. Podendo ser lida a trote ou como ortónimo de nós, enquanto enamorados da nossa sobrevivência e lidando com um paladar de higiene que não sendo um alambique espiritual, é como o side-car que nos leva ao lugar onde nunca se esquece quem nos quer e por tal, a conquista do melhor sentimento de e em vida, em tentar pelo intento sideral de nosso sonho concreto em cada dia e linguagem, séria, calma, vigilante, atenta, demorada, apressada e as hilariedades mansas, chegam…

O Racha salazaristas

Saturday, January 31st, 2009

Fixando o tecto e movendo minha órbita a um modo madrugador, tal ritmo que tenho desde tenra idade, onde me habituei a ir buscar o pão num saco de pano e atado depois, onde havia moedas brancas e suspiros também brancos e o caminho de hoje, é mais turvo, como ter existido o Afonso Costa, também chamado de racha-sindicalistas, pelo seu temor aos sindicatos anarquistas, que mais tarde Emídio Santana impulsionou até formar o jornal A Batalha, mesmo sendo muito conservador, foi o único homem que fez um atentado à bomba ao ditador português e a primeira pessoa na História, a declarar-se anarquista, foi Proudhon.

São já 3, as vezes que subo o terceiro andar hoje e ainda são 7:48, a média diária, é de cerca de 30 vezes que multiplicada por 55 degraus, dá o valor de 1650 degraus por dia.

E a minha barba ruiva, foi-se não com foice, mas pelo tempo e eram reminiscências da minha mãe e no liceu, foi o primeiro a ter barba, que só deixei crescer uma ou duas vezes e apenas aos 18 anos, pois gosto de andar barbeado e costumo investir em lâminas amiúde e é engraçado que certa vez, encontrei uma lâmina muito antiga e rapei a perna, tinha eu, uns 12 anos, e nunca mais cresceram pêlos nessa parte da perna, agora rapa-se frio e vou aquecendo com trabalho e com uma naturalidade na adaptação ao meio ambiente, só achando diferenças quando surgir uma nova metade de quatro e que me faça pensar nela, da mesma forma que penso por mim e aos demais que são muitas pessoas.

 

Ode à pacovã

Thursday, January 29th, 2009

E de pompa pelo que é circunstancial a caminho da palavra como medida que se questiona em cada vitrine por nós exibida, não só pela textura do nosso desenho físico, mas em adenda a ele, o arrebatar da sensação ordenada como a pedra de granito, lá onde se posiciona para suster o que consegue enquanto mineral e na forma animal, o mais longínquo dos reflexos, se paralelo a uma estância latente do corpo em ócio e dando olhares de nitidez anuais e cíclicas, como resultado de um audição tão tísica como o discurso do personagem do Crocodilo de Dostoeisvki, em que a nós chega de forma hilariante e na reputação do espectro na mina do alemão perdido, o ajudante de Blueberry, consegue encontrar o que esperava depois de muito deserto e a locomoção dada a este ombro, é necessária para que a minha respiração social, abra os poros e regresse potente não aos organismos da cúpula, mas aos orgasmos da cópula e a perda da chave do coração do nosso amor, tem o hastear da calvície e claro o tacto ao vento horizontal, que tanto quero, para melhor pensar, sentindo e nunca mordido senão na Costa de Caparica por um cão pastor de vacas e foi na nádega, pois quem mais morde nas nádegas, além dos sofás e camas do povo e da burguesia, é a rotina que sendo social, pouco respira, daí o surgimento de doenças emocionais, a que devo dezenas de anos de trabalho, acompanhando rico ou pobre e guiando, como aprendendo e grato a este conhecimento da vida, mesmo na catástrofe ou na felicidade psicológica do meu calor, portanto torno à ode da dor de joelho, típica dos nativos do Capricórnio, que segundo meu pai, passa com uma banana, que pode ser pacovã.

A embalagem na vocação natural da paz

Thursday, January 29th, 2009

Assim que o pensamento se desenvencilha para seu deleite e nunca igualado enquanto anterior ou póstumo, na primazia de ser legítimo, deixar energia de êxtase na atmosfera e claro, verbalizar em ataque este respirar de vida, que sem teorizar, haja acção diante da miríade que o alfobre ou viveiro, é o elemento que nos torna práticos no diálogo com a vida e sendo musicada, trocamos palavras e indo sem rumo, apesar da bússola. Eu, enquanto pensador solitário por natureza, escuto-me muito e aproximo-me de graus de espiritualidade gigantes, para que na sua preparação, esteja apto ao carnaval sem disfarces e nunca um Entrudo se escondeu de meu pensar, pois chegar, chego sempre, talvez por procurar muito e a vós vos deixo este condão que procura e segue viagem dia após dia, horas e horas de trabalho não lucrativo, mas de conhecimento e dádiva e trabalho à confiança da minha própria família gigante que se propaga  e mesmo não falando o que quero com  ninguém desde 1997, falo comigo mesmo, acordo para escrever um sonho, ideia ou história e adormeço contando histórias a mim mesmo e se mo pedirem (como a minha última namorada), conto histórias das minhas aventuras, para embalarem na vocação embalada da paz.

Um obrigado aos ícones de 1997(Lígia e Patrícia)

Thursday, January 29th, 2009

Olhos em conjunto do nervo exposto a gentes e o pensar em sair dali, lembrando um cão Husky que numa corrida pública, sentia o mesmo e era acarinhado pelo dono (falando e acariciando o animal) e no caminho de volta, pensei em Lígia e em Patrícia, os dois ícones de 1997, que me acompanharam a casa no meu pensamento. Obrigado.

Sou como um museu diante da tarde

Thursday, January 29th, 2009

Acordei com uma propriedade comutativa a este baldio que passeia por direcções várias e sem nunca me perder, quando os bolsos vazios organizam, comida e acesso ao mundo, em cada dia entardecido, através da erma cruz de Lamas d’Olo e a perna alça com o bibe que encontro nos ‘pibes’, em cada espontaneidade dirigida ao personagem do meu segundo romance e que encontrei com a avô de bastos seios e a pergunta foi a mesma como a apresento nesse projecto de prazo indefinido, eu que prefiro um jornalismo independente e renego qualquer sentimento de exclusão, seja por que motivo for, pois basto-me.

O amor em culto de vida

Wednesday, January 28th, 2009

O soslaio à condição feminina em português é deveras pobre e a que se deve, senão aos pedagogos e instituições que sugerem a felicidade em possuir dinheiro e usá-lo não como tempo a dar, mas como negação do instinto da vida e por tal, a mulher portuguesa é notoriamente incapaz de estar a sós com seu ego, durante por exemplo 14 anos e concluindo o que é evidente, sejamos carteiristas e na devolução deste prazer, o circo Alekan, onde a trapezista se presta a querer o amor em culto de vida.

A nossa correlação visível à inteligência

Wednesday, January 28th, 2009

Na refracção da luz que se acede por conquista e por atitude oposta ao medo, experimentando com a voz, o que o fluxo dourado da nossa secção física, moldando a tradição de um outro modo, pirateando-o para testes de desobediência civil e a mente assim, pode e deve verbalizar, a respectiva função biológica de forma saudável, entre o trabalho social, que é a nossa interacção com o meio e para alguns a sua redoma e aqui, a ideia é louvável (ideia, quando esta se desenvolve livremente, mesmo num pequeno território e pode-se ser nómada numa redoma por um de nós escolhida) e a partir do louvor cósmico em correlação visível à inteligência, se apresentada como a primeira tentativa de vida, num ritmo medicinal que não sucumbe se o restaurarmos na nossa maneira de nos aventurarmos entre as ideias e estando excitados neste exercício, elaboramos vibrações que respiram sem jugos religiosos e nos deixam libertos para deixar-nos ir emotivamente e de verdade e em simultâneo (como num orgasmo) que pode ser duplo, se o nosso par, responder com um sentido corporal de entrega que aposta na pureza sem relação de posse, mas disso mesmo, de entrega espiritual livre e a expressão dos sons do corpo e desta ideia, edificam temerosamente cargas eléctricas, e nós os autores deste livro desenhado em qualquer corpo de qualquer território que somos e um uníssono de sucesso.

An warrior journey

Monday, January 26th, 2009

To be wise to the crowd as I erect nipples and the whistling around here says something to be listened like the underwear for you to care and the drum beats at the time of our refrain or should I hold the maestro arms with my mind, being some brilliant test of surviving strategy nowadays, where the Portuguese women they just are less than they know, with their temporary not knowing what they want, while I first went inside with my dancing body and delight I was to know about Sexpol and my time at home gives me the thrill to stay away from a foot fighting with 20 000 habitants of Campolide and now the absurd of these days, they just mean nothing around my spirit, just gravitates and I stand and fight back with my thoughts and actions. I was surprised this dawn with my own published words on a book called, ‘Solidões’ by Panmixia so asked my coffee and continued to read and came to listen Shane’s life commitments which I think as many others as one of the most poetic song writers since the early 80’s.