Archive for July, 2009

Ego Nudity

Wednesday, July 29th, 2009

To plug the ideas by the love scent which stands to deliver a second change on the felt heart where burning lights accept that ego as the nudity of an act with two hands, maybe more if the changes are real and frank with the claiming point also felt in the moving love direction and in any walking cloud which we see when we attend the seeking of serious and funny secrets that can always be settled by the free choice of every idea with everyone, turning the shadows into a different mirror, where you dress like the fertile mission in feeding smiles by the stream of tender electric feelings.

The Thinking Act

Tuesday, July 28th, 2009

The thinking as a breathing legacy up in the shining drops in each glorified celebration as songs exist to make the geomteric approach to the muscle of existence. A spirit like the yo-yo uses strings to assure the Universal appearance of what it rolls in the sparkling time out of the inside of each thought and the existence out of the spirit has own life as every living body reacts to the same feeling of breathing with another creature, this leads into unity of the unknown, known as the future of the instinct and pleasure and pain cannot be measured. A good method to combine the unknown with other breathing is the free and honest way into this duality which if it is  aware a little by little, gives the best draw of love, there is then a gain in the thinking act.

Querida Saudade

Monday, July 27th, 2009

E ante a deixa benigna do sensor sensivel ao amor visivel de um sorriso de rosto ritmico na macieza do passeio a uma lucidez nunca esquecida e na memoria ao luar o olhar portugues e nasci agora para ti, querida saudade.

Um rumor de acervo constante

Sunday, July 19th, 2009

Muito sobeja ao que revisito com uma articulada forma de auscultar o labor mais incessante do sabor que se apresenta na entranha de um espirito assim que brando e acossado, manuseia o cuidado sensivel de induzir pensamento em sua extensao mais conseguida e em cada nova estrutura e real como o atomo que a seduz, seja suave a vigilia do rosto que segura o corpo e eis que o espirito se levanta de uma suspensao desalinhada e nessa inquietacao momentanea, logra entender o prisma ambulante da vida em que detona e faz detonar um conjunto de mergulhos na mesma realidade intima do bem, onde se encontra e em acervo constante, como a deixa que e, entregue sobremaneira com sequencia consequente ao que se deixa tocar e na aproximacao do amor, existe um estado historico em que cogita a dor, entao metalizada pelo seu odor e transformada, saciada em cada rumor nas andas do amor.

O passeio da voz e seu rumo

Sunday, July 12th, 2009

E a seriedade do jardim, tinha um denso e solene canto que sustinha meu corpo, de cada abalo de sensacoes  sincopadas com o sol e as arvores e indo dentro da voz, a caridosa neblina que me trouxe aqui, quis deixar por mim, a curiosa nascente da verve e propagada em fluxos suaves, com inducoes aos rostos em segredo que leio a tempo de chegar ‘a sua idade que nao sendo corpo, sera essa a alma de hoje, que anotou vestigios de escolas de sonho e os reteve para os libertar em tempo devido e as notas de humor contemporaneo ainda e depois de Um Adeus Regular, continuam, tal como previ  na ausencia real a esse tempo e secularmente se conclui que as estruturas gregarias inconsequentes ao tempo real de voz livremente autentica, distanciam esta outra voz, por minha propria distancia de seguranc,a, no decalque do encaixe que o guarda-redes na sua alegria juvenil, segura e a copa da oliveira seria podada,  na sinuosa vaga do orgasmo que age continuamente na aparic,ao por inteiro que me quis certeiro, como destino de carta postal, e o organismo adivinha o telhado que furtado  entra no ostracismo alheio e este se reveza diante da minha tesoura e recorto e colo meus deveres por dever que se cumpre e apresenta um passeio com rumo.

Poznan bela cidade de olhos discretos

Sunday, July 5th, 2009
Poznan bela cidade de olhos discretos e condutores kamikaze, tal caranguejos zangados, pela devastação soviética, mas que avançam para a fé  e a organizacao do sorriso, com uma postura arrumada e semelhante num outro langor, mas aqui, ele refaz-se por caminhadas, com morangos, cerejas que como do jardim da minha mulher. Povo que gosto e musas a solta que jogam badmington, entre umas braçadas no lago mais proximo e fumam e bebem, enquanto os homens têm musculo e o camiões e os edificios nada dizem, mas belos são, e sem agressividade alheia aos nossos botões, um respeito pelo proximo e uma timidez que existe em todos os que sonham.
 

 

Voltar a terra, minha patria e nunca portugal que desprezo.

Saturday, July 4th, 2009

Pensando nao no cabotino morrisey, mas num dos seus discursos na sua cidade natal, eu hoje sob uma calcada limpa e bem definida, tambem tive meu fuel para um tour de resistencia em pensar nas minhas musas de lisboa, enquanto tambem pensava em espantalhos e baloicos para os meus filhos de frente para o jardim que reguei com prazer e olhar as cerejeiras, voltar a terra, minha patria e nunca portugal que desprezo.

Tal cargueiro a meio do mar

Saturday, July 4th, 2009

Amanheci com o testemunho de ligia soares para patricia guerreiro, z. dormia profundamente, eis que as palpitacoes me puseram no duche e dou um passeio por uma rua de cafe na mao. Sei que o mundo carece e se esquece, como uma semente de nespera que nao pode ser plantada noutra terra e onde ha verve, ha melhor desempenho da ideia como convidada de um ceu sem retorno e escolho este estar e ser crianca, pois assim me sei, tal cargueiro a meio do mar e assim recrudesco.

hallo www.akkak.de

Thursday, July 2nd, 2009

people live in great social misery together or alone and sometimes i feel great fear to express my critics from the irrational rage of the common people cause i can be punched and i cannot help everybody neither you. keeping lucidity and always reborn by the everyday life lessons and with a little hope. some happyness  can appear, we have to fight back

O que espera uma mente que vive alem de seu tempo?

Wednesday, July 1st, 2009

Apos arrumar a viagem de 4500km, da rua general taborda ate a poznan, com a nitida nocao da miseria social nos paises que atravessei e sinto me em perigo , ao mesmo tempo que tenho ataques de panico, correndo risco de vida e pelo facto de a minha mente, ser muito vivaz e precisa, embora retroceda pela inseguranca que agora tento colmatar, penso continuar o meu trabalho humano agora na polonia com a esperanca real da calma deste lugar onde escrevo com um calor de meu corpo e toda uma indeterminacao alheia que me coloca como antes da viagem, num puro estado de isolamento, com um pavor pelo que presencio nas relacoes humanas e sinto me entao completamente isolado e tendo que viver apenas para mim, mesmo que exercite e indique ideias vivas e consequentes.

O que espera uma mente que vive alem de  seu tempo?