Archive for December, 2009

Like the pure quintessence of Life

Wednesday, December 30th, 2009

I could penetrate her with my eyes open wide, those 4 hours of sexuality were my fury driving in her room in the eloquent night somewhere where I heard what keeps me apart from having a steady majestic cloud and with the extension from all the ideas in the same horizon that reveals people in day light where I sing to fate but they don’t show a smile, only ghosts of a new license to view what was once seen but not now the beauty of her underwear that I could take from her and the last time someone called my name was in Germany and she lets me have a new ballerina with the land to see among the kissing shelter and a longing beauty, oh I belong to the sense of departure but also remain secret in my fidelity which are the tender and curious eyes in every swim in the eyes of the unknown, an unwanted reward for being high sensitive in times of scars in the blues from a gunpowder and steamy I hold the steering wheel and it was my time to drive the big road after so many seasons in hell and this fever burns inside for the second time in two years around Europe catching a thousand tastes and what lifted my shyness was my Lisbon bedroom where my moves could be in accurate execution and that is to exercise my memory and write more about my fierce, caught in strange places and the calm trees are my best friends cause so much they shine in truth, their name follow my music from distant smiles and funny jokes in my thoughts, like the pure quintessence of Life.

Amanhã há que combinar o que vamos ser

Wednesday, December 30th, 2009

E porque me descolo dos erros, que dão manobra à recriação de plataformas de entendimento da vida e coloco-me mais e mais sobre um aperfeiçoamento e auto-desafio em seguir sozinho, como num passeio numa aurora de domingo pelo Tejo, olhando o rio e o céu, sabendo que meu caminho, é feito desse êxtase que deixa o estuário e larga o seu sorriso calmo a cada pedido de tempo.

Denotando que o vazar tem como impasse antes da saída do tampão ideológico sempre revestido de cores dadas à precisão de murmúrios semelhantes à da fala que o sono compõe em horas de conhecer a sua autonomia.

Por conhecer o que os olhos ditam, demoro-me por aí, segurando a sexualidade vítrea da vitalidade, pela lógica de um instinto saudável.

No corredor das massas vigora um estado comercial da consciência, facilmente adquirida e não há mistério aí. Não há reacção nesta patologia de hoje para o futuro. A figura do corpo que a vida desenhou, representa a dinamite mal colocada e daí qualquer descoberta generosa tem a base de um garrote que olha alucinadamente para a morte que chega e é preciso discutir porque dançamos sem par. Isto se a alegoria se manifestar em indivíduos sem o círculo que une a força da imensa redoma da natureza, cujo fim é a sua evolução através de facções onde as probabilidades de retomar a pureza são tidas como sérias. Mais que a seriedade, há no desenfreio do desejo pela plástica, uma elasticidade que posso definir como a caixa sem recursos do ilusionista perdido por respeito à coragem e a sensibilidade avisa que todo o freio que toma o lugar do tempo, equivale ao não ser. Este, o tempo que temos para hoje, amanhã há que combinar o que vamos ser, de instinto recolhido. Não vou esperar o sono da verdade, vou ver cirros…

Pousado pelo dorso, no existir de tempo

Monday, December 28th, 2009

Pousado pelo dorso, no existir de tempo a saber, agora que vagueiam no teu corpo, odores que pendem assiduamente numa tonalidade estética drenada. Sim, gravito por hábito celeste ou de firmeza, para depois implementar a operacionalidade do milionário sem vintém. Isto é, sair da proximidade da ausência, logo que descruzo a perna e me dirijo para casa. Que o elo sabe por norma do cooperativismo, que um indivíduo pode ousar nada possuir e alisar o desenho da terra, como ela em origem continuada.

Num dicionário abundam definições e as ideias aqui, têm uma lembrança muito cuidada, dando à gestualidade do tacto, palavra por palavra, até chegar ao momento de discernir pela alma, o que é tesouro a ser guardado no afinco da memória.

A música chega baleada, daí haver em nós, furtos nos lugares mais aprazíveis por forças não conscientes.

Era de uma rapariga que gostava

Monday, December 28th, 2009

A dócil árvore era o púbis de Ana Catarina, fazendo correr de si arbustos leves, para o voo rosa onde meus olhos seguravam cada ramo. Uma certeza, que o uniforme branco tomava do degelo e após eu esperar, que assim filtrado o maior poro, pudesse beijar, o lugar cuidado que se queria preciso.

Ao manejar o labor do estímulo sexual, pensava como acometer-me a essa tonalidade e a simpática timidez desculpava-se do denso floco do seu coração, mas algo foi dito… É engraçado ouvir-lhe sorrir, quando se cuida mais acima do ícone simples da sua saia.

Era de uma rapariga que gostava.

A assimetria do tempo na veloz pausa da noite

Sunday, December 27th, 2009

A assimetria do tempo nesta veloz pausa da noite faz de nossos corpos, um estandarte, num rumo à velocidade da luz. Fumamos em mimos com uma pala capilar decidida. O nosso corpo petrifica-se, já na rua excede-se em pensamento público, assim que lavamos nosso peito como seu registo.

Deixa de vida em verde erecto

Sunday, December 27th, 2009

Tempo prático à poesia de rua, arrastado pela draga nocturna em que a máxima bélica está em voga, no erro sentido. As provações não cessam, tão diárias, no arquivo secularmente esquecido e nada é prova de força, senão no plural do parapeito da aventura. Da janela da Rua dos Douradores por exemplo. O conhecimento é o ente mais eficaz, quando o pólen colide nestas cidades com mais muros que toda uma Berlim dividida. Cresce a Avoadinha, planta desses lugares, deixa de vida em verde erecto.

Pequena pureza anelar

Friday, December 25th, 2009

Passaram novelos numa pequena pureza anelar que indicaria qual a forma a tornar circular, entre um compasso que murmura e uma acidez distraida do transeunte. Volvo no revólver bem calibrado de auroras e recolhendo barricadas do mar que padecia das mesmas mãos que me induziram à aventura dos cinco sentidos da inspiração.

Mas flor lhe sou

Friday, December 25th, 2009

O que aqui se pergunta após um chamamento muito nobre, no que me diz respeito e ao mundo original em que me tenho e presente, uma resposta de flor, se essa cousa tão cândida nos dias, quando pelo amanhecer, desperto inocente, elaboro frequências pensantes calmamente e predisposto me dou ao espaço físico. Pelo dia exploro, concebo, mas flor lhe sou, oriundo como criança numa aura azul e profunda.

Edward Gytrash

Tuesday, December 22nd, 2009

He was looking for himself and into the calm clouds above him and he felt like a quiet hermit at the visibility of each and every person he has given help. His hair reposed like a leaf, his eyes were made of wolf and of a little cat, for affection he had never tasted and so wild and scared he would could act with all the features inside the exogenous complexity of his ideas in motion. His pure element of truth was his soul, he is Edward Gytrash.

Alban and Edward Gytrash

Tuesday, December 22nd, 2009

To seduce girls due to their high libido as an perpetual upstart and plugging electric poems in words for the lives of the clouds of the sky and that is  you, dear reader.