Archive for January, 2010

Um vento arborizado espraiando-se

Tuesday, January 26th, 2010

Tomo na suavidade dos rolamentos em órbita plana, um espraiar de minhas pétalas enquanto pele que adivinha o sol raiando no brando florescer da manhã e o afecto que me enlaça, tem corpo de vento e este abraça-me com a alegria de um trampolim tão elástico como o destino.

Stolen Property

Sunday, January 24th, 2010

Come inside into the physical reality, shake the orgonon divinity in the first glimpse of your sexuality, your voice will end in calm choice beneath the sweet forest where a certain energy that makes me wanna write you on the wall, before your picture goes, yes its said to say, cause I am going on my way, in my fragile mind but as I read fate and will, I can understand the combat that I am involved in and that is to have been born to spend my life time to be inside the others, to write in the hair and skin, in passion for life.

O famoso pé esquerdo do Manuel de Lordelo

Tuesday, January 19th, 2010

Não tenho um amor nem uma máscula solidão, recorro aos ocasos que ocorrem no concílio pessoal que se recorda de quem foi esse deixar ir no rair do sol, por o fazer sorrir que nem as bojardas do famoso pé esquerdo do Manuel de Lordelo, que davam ainda assim tempo de saber que defendo as minhas irmãs com olhos e pés ferozes que nenhum homem pode rebater e tal como um outro homem no ´Homem de Papel´de Bilal, se transformava quando havia trovoada e passava por todos os perigos sempre ileso e invencível, defendendo os limites das pétalas delicadas dos românticos.

Esta era é de aprendizagem para o saber que vai sempre a caminho, num Portugal onde bocejo e ganho vantagem no lapidar do culto da coragem, mesmo que as minhas irmãs andem na sua ciranda, eu e elas contamos com o refrão de um outro culto, o de sublimar o real em beleza e quando o temos, chega o sorriso de carácter que pulula em graça de crina.

The hidden treasures in time to our mighty refrain

Friday, January 15th, 2010

Its a new feeling that has hands in treasures, I was found in a fury wind and talked with the legion of his memories that erased what was known, so I sought to take the ballad of the delicate people around the silent time which faced me and it has taken me into the highest star where no one can and has time to understand the human brain, even if our birth had a thousand golden suns, our ego nudity accepts the ups and downs from the romantic exchange between the living human grace who surrounds what then can be found as an original idea in motion.

What I think about the kind of rare plants that grow with a pumping  seeking fever scracthing what it ascends to the sun, is that humans will have no Earth´s time to understand each other and this is known as a thought with veins as the call from other births, keep my faith running in, even if relations have her own dance and that she can be measured by love, peace and understanding, then its up to each of us to recognize where are the hidden treasures in time to our mighty refrain.

A ciranda ajardinada com timbalinos ao sol tão preciso como este meu sonhar em ascensão sublime, pois residimos no homicidio da luz

Thursday, January 14th, 2010

Mostro-te a capela em Sintra, onde em 1997 me reconheceram como poeta e lançei arroz nos recém casados, a Bibiloteca Nacional já viste e lá estudaste e no próximo verão, lerás ´A Virgem da Polónia´, o best seller do século XIX, de José Joaquim Rodrigues de Bastos, enquanto chego agora da Pastorinha e vi as trabalhadoras na paragem do 58, um encapuçado e um bandido de bigode e cicatriz no rosto, ladrão local que era chacota de dois homens e do Senhor João que sendo adepto da briosa, me serviu o café que poderia ser uma memoria da rapariga com quem falei no Parque Dom Manuel de Braga em 1996 e o belo Choupal, onde andei por ícones rosas de uniões seguidas pelo meu instinto felino de quem trata das porções da tristeza e as relança em tom delicado num pequeno lago, sim na casa do lago, onde nos tivemos e me fazias o café, para nos banharmos e tu nadas tão bem e foste tão longe e trouxeste joaninhas perdidas lá a meio de onde te avistava e agora sei porque te levei a casa, depois de voares a caminho de Lisboa; porque andavamos numa ciranda ajardinada com timbalinos ao sol tão preciso como este meu sonhar em ascensão sublime, pois residimos no homicidio da luz.

O estado da pala capilar vende-se para construção de dor automática na listagem da realidade

Thursday, January 14th, 2010

No achego maleável pelos teus contornos que nos deixam em varejo momentâneo às manobras da apanha, pois que a liberdade britada numa mesa de granito, não deixa trauma, mas uma imponência que qualquer velocípede no seu caminho do núcleo nutritivo com que te amei, entrando dócil em ti, tal Mestre e Margarida e nas deixas de teu paladar de conhecimento, as manhãs de Przezmierowo foram diabólicas, tanto quanto as minhas incursões pelo bairro no teu Ford Fiesta que conduzi com mestria, estacionando por vezes junto à floresta para entrar e palminhar até à casa chique mas sem cacique e sem chefe mas com teu Deus, que o Professor de Teologia da tua Universidade tão bom homem e nos mostrou água a 200 graus negativos no seu gabinete que nunca vimos, pois se dissolveu e agora que venho de uma intolerância urbana pelos outros que me toleram no sangue de uma família que tem um rosto de coragem, como aquela que a geração dos meus pais mostrava na Estrada Nacional Nº1 nos anos Setenta.

As redeas da coragem talvez voltem a Greifswald mas para procriar com Z., enquanto K. vende livros e eu vou até à estação falar com os passageiros da gare, como o vendedor de barcos, um jovem germânico a quem falei tudo que eu sabia de barcos, navios, embarcações e sua história e ele acedeu simpático, foi para seu destino, voltei em áudio a Chomsky, a meu lado uma senhora alemã que sorria na sua condição de aposentada e salvei um senhor de ser espacando pela polícia, com perícia e diante de 3 polícias raivososos e falando com eles até eles desistirem por vergonha e peguei nos braços senhor pu-lo nos meus e levei-o para lugar seguro. Para que a liberdade se cumpra, o eremita hipersensível, desdobra-se nas manobras que sempre existiram na virgindade dos séculos, qual carta ensolarada por memória do amor que se cumpre também, em tempo, no nosso tempo, querida Sofia (Kocham Çie)…

I wished my prostitute friend for some iconoclast stability under her tropic sun

Wednesday, January 13th, 2010

I arrived at Amsterdam railway station, walked across the corridors smoking in a speedy way towards the city. I passed by a place where I had been and lived a story together with Margarida in 1995, went trough the angle of the day light and found an huge crowd. Then thought standing in my eyes what to feel in my impulses. I had to be organized so I went into the tourist office. There I spent 3 hours and could not find a place. I called a taxi into the hospital, there I spoke with a doctor to restore my energy and with the thinking together with that kind woman who listened my stories. I was back on my usual motion and kissed her goodbye. In the street I asked a man who was carrying a wooden box with bottles of wine where I should find a taxi. In some minutes, I met the night crowd and stayed at a Christian place. I would sleep with 15 boys, could not smoke but I could leave and came at any hour. The boys were very immature and they were around their twenties.

In the morning took a coffee at the local bar, went outside to walk and meditate. Suddenly a woman calls me, she wanted to have sex in her black tiny underwear and sensual breasts. She was a prostitute.

I left Amsterdam into Paris with a friend, cause in two days I saluted her, gave her a poem and wished her to find some iconoclast stability if that would be possible under her tropic sun…

Os heróis actualmente são eremitas

Tuesday, January 12th, 2010

Nudez delicada da tua anca que me permite tua maciez num floco cuidado e na curva de uma melancolia também há teu rosto que se passeia em cadência de quem parte do espírito do lugar e chega à plataforma do sossego. No acenar do vento, teu cabelo olha brando ao tempo e há ouro e mel, no solo fértil que o vedor te presenteia num dizer que vai a caminho. Sim, nascemos para dissolver mil beijos e para cintilar o crer na infância Universal. Os heróis sabem disso, actualmente são eremitas.

Poesia íntima e informal como a beleza dos fractais

Tuesday, January 12th, 2010

Na minha regular preparação nocturna, parto destemido e assim que já de corpo deitado, inicia-se uma inquietude ao pensar que durmo vagueando sozinho e inconsciente no labor incessante e intenso de meus sonhos. Quando desperto na manhã seguinte e acordo com a sonorização humana ou maquinal, meu rosto torna-se elástico, dando expressão no circungirar de meu pensar. A passagem à consciência é sofrível de tanto pensar diante do contraste do absurdo enleio do real à minha frágil idiossincrassia.

Vou ao café e tento não olhar para ninguém e após a cafeína em mim, sinto-me rejuvenescer, caminho em passo rápido, procurando os primeiros pensamentos do dia. Fumo um cigarro, olho para dentro. O corpo está activo e discorre em mim uma imprevisibilidade que desse momento em  diante, é um pensamento físico em cuidado sensível, manuseado pelo meu tacto ao horizonte que recreia o Universo com minha poesia íntima e informal como a beleza dos fractais.

One stiring element in departure

Saturday, January 9th, 2010

A major technique being measured by international awareness in the fairy tale of what people are going on in each day on the living and dramatic fights, take general population into the supreme agression into others or as counscious option, they behave in a selfish private interest seen as a social obligation.

To stir, to judge this ego walking backwards again, in the news for example, where the basic weapons of information, are not a Universal principle but a declaration of serving the vision of the corporate economies and not from the humans who are in bond with life and the sacred principles from them are never asked as powerful and trown into an unreasonable fall.

The rights of citizens in the world are behind from what is known, so the fights denouncing the massive sourness don’t balance the biological functions under the morality of a life being in passion for the most heartful devotion into the need of fun with a sliding ice dance with an idea making love with it.