O estado da pala capilar vende-se para construção de dor automática na listagem da realidade

No achego maleável pelos teus contornos que nos deixam em varejo momentâneo às manobras da apanha, pois que a liberdade britada numa mesa de granito, não deixa trauma, mas uma imponência que qualquer velocípede no seu caminho do núcleo nutritivo com que te amei, entrando dócil em ti, tal Mestre e Margarida e nas deixas de teu paladar de conhecimento, as manhãs de Przezmierowo foram diabólicas, tanto quanto as minhas incursões pelo bairro no teu Ford Fiesta que conduzi com mestria, estacionando por vezes junto à floresta para entrar e palminhar até à casa chique mas sem cacique e sem chefe mas com teu Deus, que o Professor de Teologia da tua Universidade tão bom homem e nos mostrou água a 200 graus negativos no seu gabinete que nunca vimos, pois se dissolveu e agora que venho de uma intolerância urbana pelos outros que me toleram no sangue de uma família que tem um rosto de coragem, como aquela que a geração dos meus pais mostrava na Estrada Nacional Nº1 nos anos Setenta.

As redeas da coragem talvez voltem a Greifswald mas para procriar com Z., enquanto K. vende livros e eu vou até à estação falar com os passageiros da gare, como o vendedor de barcos, um jovem germânico a quem falei tudo que eu sabia de barcos, navios, embarcações e sua história e ele acedeu simpático, foi para seu destino, voltei em áudio a Chomsky, a meu lado uma senhora alemã que sorria na sua condição de aposentada e salvei um senhor de ser espacando pela polícia, com perícia e diante de 3 polícias raivososos e falando com eles até eles desistirem por vergonha e peguei nos braços senhor pu-lo nos meus e levei-o para lugar seguro. Para que a liberdade se cumpra, o eremita hipersensível, desdobra-se nas manobras que sempre existiram na virgindade dos séculos, qual carta ensolarada por memória do amor que se cumpre também, em tempo, no nosso tempo, querida Sofia (Kocham Çie)…

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