O famoso pé esquerdo do Manuel de Lordelo

Não tenho um amor nem uma máscula solidão, recorro aos ocasos que ocorrem no concílio pessoal que se recorda de quem foi esse deixar ir no rair do sol, por o fazer sorrir que nem as bojardas do famoso pé esquerdo do Manuel de Lordelo, que davam ainda assim tempo de saber que defendo as minhas irmãs com olhos e pés ferozes que nenhum homem pode rebater e tal como um outro homem no ´Homem de Papel´de Bilal, se transformava quando havia trovoada e passava por todos os perigos sempre ileso e invencível, defendendo os limites das pétalas delicadas dos românticos.

Esta era é de aprendizagem para o saber que vai sempre a caminho, num Portugal onde bocejo e ganho vantagem no lapidar do culto da coragem, mesmo que as minhas irmãs andem na sua ciranda, eu e elas contamos com o refrão de um outro culto, o de sublimar o real em beleza e quando o temos, chega o sorriso de carácter que pulula em graça de crina.

Leave a Reply

Spam Protection by WP-SpamFree