Correspondence
Ana Cardoso
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Olá Alex,
Muitos parabéns pelo teu aniversário de Domingo. Espero que tenhas passado bem e que estejas a conseguir controlar os ataques de pânico para que possas rapidamente voltar a sair e a comunicar sem problemas.
Se precisares de alguma coisa em que te possa ajudar, escreve-me.
Beijinhos,
Ana
ana catarina ramos
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Olá Alex!
Obrigada…
) Isto realmente é uma nova etapa em q tudo é diferente…mas é muito giro acompanhar todas as etapas destes pequeninos seres q mudam a cada dia q passa e vão começando a interagir e a conhecer-nos pelo cheiro, pela voz, pelo tacto… é uma benção!!
E por campolide não há novidades? Tudo na mesma… imagino!
Ainda bem q tens ganho algum dinheirinho, agora não o gastes todo nos cigarros…poupa para algo q possas precisar no futuro!!
Porta-te com juizo,
Catarina
Ana Luisa Raposo
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Ola Alex,
Escrevo-te do meu quarto e acabo de ler o teu email. Como sempre gostei
muito, sempre me surpreendes. Nao me canso de dizer que escreves bem, es tao
claro e lucido. Nao e de todo comum ouvir aquilo que me disseste e gostei.
Fez-me bem, espero que a ti tambem. Nao te vou agradecer por isso, mas
vou-te pedir para nao deixares de escrever assim.
Por aqui, para alem de um ou outro acontecimento melhor ou pior, mas
menores, esta tudo na mesma. Gosto de estar aqui, porque aprendo muito,
tenho tempo para mim e para alguns amigos, mas as vezes apetece sair por uns
tempos e voltar a estar com os amigos dai (onde tu te incluis, sem duvida).
Apetecia-me agora fazer isso, nem que fosse so por um fim de semana, porque
estou um pouco cansada de algumas coisas. Mas uma pessoa vive sempre
constrangida por milhentos factores.
Recebe um abraco meu, forte,
AL
filipa raposo
Reabro o meu mail e tenho surpresas tuas.. para além das que inesperadamente vou tendo no telemovel, em situações tão diversas, mas que guardo sempre com ternura.
Não só quando sinto a falta de algo, como hoje, mas sempre: leio-as e guardo-as junto a mim. Penso, imagino que te estou a dizer um obrigada sentido em troca. Porque acho que sabes.
E admiro-te, porque és quem mais tem o vicio de comunicar e o faz quase sempre nesta forma de dar, dar sempre o que tens, que é o mesmo que dizer o que pensas e o que sentes. Não conheço quem dê tanto.
Beijinhos
Raquel
joana de vaz
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Alex,
Parece que a tua escrita alcançou essa paz…!
É tão doce… receber obras de arte pela manhã que se torna um acto já de si
, e como tu o dizes “intemporal”. E nem imaginas como me apaixona essa
intemporalidade, até porque para mim no amor essa definição não existe!Tu és
intemporal!
Obrigada, pelas flores!
Com muito amor.
Joana Vaz
João Guerra
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Caro ALEX
aqui estás um texto como outros que tem escrito, “o nosso ossso político”, ,
onde a sua preocupação é puramente narrativa e a sua escrita é fluente e
escurreita sem “preocupações estilisticas” porque são livres da carga que
noutros textos imprime onde o “excesso” vocábolos, imagens, sensações,
sentimentos…se misturam e tornam o conteudo pouco claro. Não quer dizer
que o que se escreve tem que ser claro,limpido e transparente(já
exprimentou? é o mais difícil..) o que tem que haver é sempre uma razão para
que isso aconteça ou não.
Aceite um abraço e esta “critica” na desportiva(o SPORTING esta época é a
equipa mais proimissora)
até brev
joão g.
maria leonor miranda
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Da terra do frio e do nevoeiro que ensombra o presente, brilha um sol luminoso
que vem do passado distante, da infância rodeada de amor e luz, do pai Emílio
e da mãe tão injustiçada, da irmã de cabelo vermelho, dos irmãos
autoritários mas amigos como pais.Depois surges tu Alex, nesse mundo de elos
invisiveis mas quentes como o lume da velha lareira. Como vês, Alex, aprendi a
escrever contigo. Tu escreves coisas muito belas. Nunca te esqueças que a tua
tia, La Fiera, gosta de ti.
Mafalda Nascimento
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Querido Alex!
Fico muito contente por te lembrares de mim, e que
tenhas tão boas recordações da minha breve passagem aí
por Campolide. Eu também também guardo recordações
tuas com muito carinho. Leio sempre muito atentamente
as breves crónicas que me envias, e também já visitei
o teu blog. Nunca respondi por não serem mensagens
pessoais, mas desta vez foi muito especial. Obrigada.
Espero que estejas feliz. Eu estou bem. Continuo com o
meu fiel violoncelo e também a cantar. Às vezes vou aí
a Campolide, pois na casa onde vivi com o Carlos mora
agora um amigo. Na próxima semana devo passar aí à
noite, diz-me o teu andar que toco para bebermos um
café ou fumar um cigarro..se quiseres.
Um beijinho.
Mafalda
Marie SOULA
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merci,
bonne année à toi, Lisbonne est toujours la plus belle ville où j’ai été.
Alba Nuria Ramos Albert
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Es estraño lo que pasó contigo, de repente sentí que sólo el sexo hacía que me buscases, aunque fuera lejano, aunque fueran nuestras voces. Eso me desilusionó. Porque no todo es piel, ni deseo,no todo. Gracias por tus pensamientos de poeta, gracias por tu foto, sigues con esos ojos febriles…Estás atractivo Alex.
Que el 2007 sea estupendo para ti…![]()
Nuria
Luis Sebastião
Olá Alex,Agradeço bastante a tua preocupação. Almocei hoje com a Marina e ela está realmente bastante magra, mas
Está também bastante melhor psicologicamente e a nível profissional as coisas começam a avançar.
Eu também já insisti para que se cuide melhor em termos de alimentação mas como sabes…
Um abraço
Sebastião
Ps: Desculpa lá as minhas irrascibilidades temporárias…
tania heymann
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bellísimo.
te quiero mucho.
looks like balance has got in a wonderful way to your life.
luz
tania
Cristina Arias,
Hola Alex,
Tu texto contiene lindas imágenes; otras contundentes, solemnes, como cuando hablas del pensador frente a la eternidad. Me gustó.
Noam Chomsky
Read your thoughtful and compassionate letter with much appreciation, and sympathy for what you have had to endure. And thank you also for the moving poem. I hope life’s paths straighten for you.
Noam
Anabela Duarte
Obrigada e grandes sonhos! Anabela
30-01-2007 09h:07m
Mariya to me
Thursday, March 5th, 2009
Alex ,je ne lis pas tout ca ,parce que c’est pas adresse a moi .
Je voudrais juste te dire que je pense a toi .
Je ne sais pas quand puis -je t’ecrire .
je peux t’ecrire beaucoup de choses ,mais je ne veux pas ,parce je veux te les dire un jour .
Je vais un jour t’appeler et je vais juste te dire que je suis a Lisbonne,si tu es encore la .
J’ai l’impression que je te connais et je t’ai toujours connu .
Je vais construire une maison ou je vais heberger les ames perdus et mon ame seras sur la porte et comme ca elle ne seras plus perdue .
Je te souhaite une belle journee.
Je te porte quelque part dans mon coeur solitaire .
A la prochaine fois ….
Acabei de ler a carta da tua amiga Sarah Jay. Como ela fala da vossa amizade é muito bonito e de como ela gostaria de estar mais perto de ti. Ela também tem vontade em te entender, as tuas fobias. Será que realmente ela tem forçosamente que entender?
Ela, se calhar gostava que tu viesses para a rua, ver tantas coisas que há para ver, conhecer, lembro-me de ler a tua saudade da tua infância… Mas, tu sentes tanto ou mais que nós que todos os dias saímos de casa
Marina Soveral,
Saturday, October 24th, 2009
beijos grandes amigo
Ana da Silva,
Monday, December 29, 2008
LO SIENTO PERO YA SABES NO TENGO DINERO NINGUNO POR LO TANTO IR AL INTERNET ES UNA OPCION DISTANTE QUE DEPENDE DE VISITAR A MI PRIMA QUE ME LO PERMITE GRATUITAMENTE.
MUCHISIMAS GRACIAS POR EL AFECTO Y EL AMOR QUE ME EXPRESAS, YA SABES QUE DE MI PARTE QUEDO MUY AGRADECIDA Y FELIZ DE CONTAR CON TUS PALABRAS Y TU AYUDA, DESDE MI CORAZON Y A TRAVES DEL AMOR QUE EL EMANA BENDICIONES Y AMOR INFINITO PARA TI Y TUS SERES QUERIDOS
Sabine Meyer,
Hello my friend Alex,
happy birthday, i wish you all the best, happyness and helth.
Liebe Grüße
Sabine
Patrícia Canastreiro,
Olá Alexandre, muito obrigada pelo livro! Agradeço do fundo do coração a simpatia com que me tratas sempre que nos encontramos!
Quanto ao teu aniversário prometo que vou tentar encontrar alguma coisa que esteja à altura da tua amizade!
BJ
Joana Silva,
Um memorial muito bem feito.
´Não sei se conseguiria retratar a minha vida de tal forma.
Um abraço Joana
Carmen Ferreira,
Uma carta de uma católica dirigida a mim
Encontrei-o ali no outro dia. Acho que fui eu que me meti com ele ao dizer-lhe olá. Claro que já tinha falado com ele, pelo menos uma vez. Mas nem me tinha apercebido que ele existia. Naquele dia sim. Quis conhecê-lo.
Comparo-o a uma vertigem de cada vez que o encontro. Tão intenso que é. Tem o coração na boca, como um menino travesso. Ele é assim e pronto. Não vale a pena explicar o que não tem explicação.
Sinto que ele é especial e resolvo dar-lhe atenção. A minha mãe diz-me frequentemente que devia deixar de querer salvar o mundo porque não vou conseguir. Como ela está errada! Cada ser humano veio a este planeta cumprir uma missão. Em cada dia procuro saber qual é a minha. Nem sempre sei o que quero mas sei o que não quero. Não quero ser indiferente ao que se passa à minha volta. Fingir que não é nada comigo. Quero olhar para quem está ao meu lado, principalmente se esse alguém precisar que eu olhe. E há muitas formas de olhar. Há no nosso olhar o olhar de Deus.
É bom deixar claro que hoje vou falar muitas vezes de Deus.
Volto a ele…e vejo-o preso em si próprio, carregando um fardo qualquer que nem imagino. Convidava-o a repartir esse fardo com Jesus, mas não sei se ele aceita. É o que costumo fazer quando humanamente não consigo carregar com certos pesos da minha vida. Resulta sempre.
Às vezes, quando falo com ele apetece-me tanto abraçá-lo com força, estragá-lo de mimos! Acho-o tão indefeso! Não sei. Se calhar até é bem mais forte do que eu.
Esta manhã quando acordei, incluí-o nas minhas orações. Rezei “meu Deus, abençoa-o e dá-lhe aquilo que ele precisa para ser feliz”…não sei se ele precisa de alguma coisa. Imagino que sim. Todos nós estamos sempre a precisar de alguma coisa. De saúde, de dinheiro, de amor, de afecto…talvez ele só precise de inspiração, pois é disso que vive.
De cada vez que o leio sorrio. Mas também choro. Desfaz-me o coração com aquela angústia que imita a alegria nas palavras que escreve. Sinto que algo o atormenta e isso deixa-me imensamente triste, porque não tem que ser assim. Não vai ser.
Imagino-me a confortá-lo na sua solidão. Penso muitas vezes dizer-lhe que lhe faço companhia em pensamento. Mas tenho receio que ele se apegue a mim. Queria explicar-lhe que o meu amor existe mas que só pode ser fraternal. Não é de ninguém em especial. É de todos os que precisam desta espécie de amor espiritual. É um amor que posso sentir até por quem nunca vi, porque é uma dádiva de Deus.
O meu lado solidário tem querido aproximar-se dele. Mas não posso deixar que ele goste de mim “daquela maneira”. Teria que ensiná-lo a ver-me como se eu fosse uma parente afastada mas com o mesmo sangue nas veias. Não sei se ele me dará tempo. É tão ansioso!
Será que ele percebe que somos todos filhos de Deus, não importa o quanto sofremos? Não sei se ele sofre. Eu já conheci o sofrimento.
A mãe já lhe vaticinou a morte e disse-lhe que já devia ter morrido há uns anos. Chorei quando li embora não acredite. Duvido que isso aconteça até que ele caia de maduro. Veio ao mundo para nos presentear com palavras sábias e assim será. Deixa lá os fármacos!
Poderá existir sim. E sem que o coração vacile!
Antevejo-lhe um grande futuro. Vislumbro o seu sorriso de gaiato e o brilho dos olhos de quem venceu a duras expensas da vida. Enfrenta um público que o adora. E eu com um pouco de sorte, estarei na plateia. Já pensei perguntar-lhe de que está à espera para escrever uns bons argumentos para filmes. Poderia começar em Portugal. É talentoso por demais, como diriam os parentes de Belém do Pará. O mecenas deve saber que isto é a mais pura verdade.
Ainda não lhe disse que compreendo e respeito a sua forma de ser e estar na vida. É uma constelação de estrelas que brilham e desconfio que nem sabe. Roam-se de inveja os tristes nada iluminados pela luz que o torna único e verdadeiramente imprescindível no mundo. Tem que fazer parte dele para que nunca percamos a noção da arte de criar na sua mais pura essência. O pensamento.
Penso para os meus botões, porque parece não ter sido bafejado pela sorte rara, mas até nem estranho porque a maior parte de nós joga no totoloto.
No outro dia, voltei a sentir saudades dele e disse-lhe isso mesmo em pensamento que o vento levou. O mais certo é nem se ter apercebido porque anda sempre metido nas letras. Espanta-me é que isso aconteça como se o conhecesse toda a vida, quando nunca o vi mais gordo. A não ser por breves e intermitentes instantes no canto superior direito do visor do meu monitor do computador. A brava tecnologia mostrou-me um rapaz com ar de menino crescido a agitar o cabelo e a dar umas grandes passas no cigarro. Parece de facto bonito e só lastimo que fume porque isso decerto lhe faz mal.
Noutros momentos, assola-me uma sensação de susto, uma mistura de medo e de incerteza pois de facto não conheço a pessoa e o mundo está cheio de pessoas estranhas. Já me passaram pela cabeça uma série de filmes sobre a sua verdadeira personalidade. Afastei-os da minha memória mal me recompus da disparatada característica humana de julgarmos os outros sem os conhecermos realmente. A isso chama-se injustiça e eu não subscrevo a ideia. Pelo menos tento.
Cedo da manhã, lembrei-me dele e resolvi ler “Alexandre e Isabel”. Mesmo antes do fim já eu sentia o coração apertado. Cheguei à conclusão que estava a sofrer o seu sofrimento. Ah…senti mesmo dor. Ainda não me lembrei de lhe dizer que tenho o dom de sentir o sofrimento dos outros. Deve ser por isso que não sou de ninguém, mas preciso de estar onde alguém precisa que eu esteja.
Agora estou perto dele e estarei enquanto ele deixar. Dar-lhe-ei o que Deus me pedir para lhe dar. Depois, suponho que seguirei o meu caminho como sempre faço. Cada vez tenho mais a convicção que também sou como os comboios. Estou de passagem e em viagem não sei para onde. No caminho paro, entrego-me com o todo o carinho que me esmaga a alma atenta a quem precisa. Dou de mim. Mas nada espero em troca.
Hoje queria dizer-lhe, do recanto mais escondido do meu coração que (se ele não se lembrar de mais alguém que o sinta), existe pelo menos uma pessoa neste mundo que neste preciso momento, lhe quer muito bem. Mesmo estando longe.
Desejo infinitamente que ele ao ler as minhas palavras, sinta que é amado, muito amado e que não está só. Tem o meu amor fraterno que vem de Deus. E ainda que esteja aqui, de alguma maneira, estou perto dele.
Acaricio-lhe o cabelo curto, passo levemente o creme pelas suas olheiras, abro as três janelas da casa, para que ele respire toda a brisa fresca. Ajudo-o a apanhar a roupa, limpo-lhe o fogão, faço-lhe a refeição preferida. A casa ficará bem para mais histórias.
Quero que ele esteja tranquilo e escreva bonito, enquanto enverga aquele sorriso que eu adoro. Sirvo-lhe um Earl Grey mas escondo-lho os cigarros. Depois, olho-o dentro dos olhos e sussurro-lhe ao ouvido “és importante para mim “.
Dou-lhe um beijo. Aconchego-o nos meus braços.
Peço-lhe mil vezes para não se esquecer que eu estou ali e ele acredita.
Se for valente não se esquece que estamos com Deus, porque Ele está sempre misteriosamente presente para nos amar. Basta abrirmos o nosso coração e deixá-Lo entrar. E Ele vem. Em todas as horas e em todos os momentos. E com eu sinto o Seu amor em cada batida do meu coração, tenho a certeza Ele que nunca nos abandona e jamais estaremos sós.
Já sinto saudades dele! Sinto sempre. Quem sabe volto a encontrá-lo um dia destes?
De Filipa Albuquerque
Apaixonadamente tu
Sonho que amarrei meu
Desde criança
Soldadinho de chumbo invencível
Trapezista audaz na corda bamba
Boneco do Almada
Príncipezinho num sonho apaixonado
Marionete, nascido independente
Mágico do reino das palavras
Condor gigante em liberdade
Cisne negro doce e calmo
Apaixonadamente tu
Eternamente sonho meu
Filipa Albuquerque, 28 de Setembro de 1994
Sílvia Cardoso,
De Isabel a 5-6-2002
De dentro da
Tua lágrima,
Projecto para além o teu olhar.
Procuro nas tuas moças
A fonte que seca…
Que hei de procurar?
As moças não têm lágrimas de mulher
Têm sobrancelhas finas,
E peitos a arfar.
Estende a língua,
Queres provar?
A pá que tira o pão do forno,
A lenha a crepitar.
Chove
Na tua lágrima
De chorar
De Lucia
De onde vens, para onde vais…
O que encanta quem te deseja…
Será que dormes ou absorves poesia?
Que fantasia te faz flutuar…
Na noite fria, quem te acaricia…
Quanto mar a te separar…
Quantas ondas a te marejar
Quantos versos tem seu querer
Te procuro por todo o lugar
Te desenho em poesia tentando te decifrar
Me dê um sinal, será que és real?
Quantas estrelas tem teu céu?
Me diz se teu poente é lilás…
Me fala do cais, do Tejo, das quintas, dos quintais…
Me manda o cheiro da manhã orvalhada
Desnudada pela luz a te tocar…
Me fala da lua, do luar,
Do gosto do teu paladar de além mar…
E quando o sono chegar
Pelas trilhas do meu silêncio vou devagar…
Setembro de 2002
Me dedicado pela,
minha professora de Português, Isabel Albuquerque
A UM ECO VINDO DO NORTE
O exterior vê-se
o interior sente-se
o ver engana, esgueira-se
deformado pelo preconceito
(por isso inventaram a miopia)
só o sentir é verdadeiro
sinto quem quero
Aí mando eu!
Assim me pertencem
imagens que escolhi
quer ‘eles’ queiram quer não.
E a memória
único travão do tempo
saltadora olímpica de espaços
traz a mim, por dentro
os que sinto sempre presentes
tu és um deles.
Quer queiram quer não
Outono de 1991
Sarah-Joana Reis
Thanks a lot for your mails.
I´m always happy to read them.
Raquel Maia Ferreira
Muito bonito o teu texto, Alex.
Beijinhos
Raquel
Adam Jankowiak
You’re right. Poland was wild and backward country.
Pedro Vistas
Caro Eduardo Alexandre Pinto,
Que os escolhos lançados em seu caminho não tolham a sua grandiosa senda de libertação. Veja o que em tão poucos anos em si emergiu, como vigorou águas de há tanto estagnadas, fazendo-se viagem por caminhos inopinados, ao sabor de ser – mais.
Saiba que bem o compreendo no desânimo vivido entre gentes e circunstâncias, que o acompanho na lenta náusea dos fenómenos, mas tenho em si um exemplo de conseguimento que não deve deixar de se remoçar, testado que seja na escaldante forja do vórtice negro a que os que dormem chamam de vida.
Creia em si, creia no seu crer em si e mantenha-se vertebrado, erecto, acima do psiquismo que lhe é ( como nos é a todos ) frágil e quebradiço, e não exaspere, permita-me dizê-lo, ante os erráticos vácuos vestidos de homem que nos circundam! Beneficia muito ( digo-lho pela leitura astrológica ) da dimensão interpessoal; também por via desta apreciação, garanto-lhe que atravessa um período de grande dificuldade que pode até ser perigoso, mas deve ser sólido como um penedo e ágil como as brisas estivais para tudo ultrapassar com graça e majestade.
Não se quede por menos que si! Viva do génio que lhe assiste mas colha do mundo as melhores flores. Os heróis são como as crianças, esperançosos.
Com elevada estima e amizade,
Pedro Vistas
Jason
Hope by the time you get this msg you are in a good health. Sorry to hear the things you have went thru. I felt so sad reading your life history. I can feel how’s the pain, the ups & downs of your life. Glad you have been strong and get thru all the obstacles of your life. Thanks for sharing the story and wishing you all the best! Take care! Regards, Jason
Raquel Ferreira
Por ca tudo bem!
Obrigada pelas mensagens
Beijinhos
Carmen Ferreira
Ainda bem que dormiste como um anjo! Tu és um anjo, por isso certos humanos não entendem a tua bondade!
Pedro Vistas
Caro Eduardo Alexandre Pinto,
É uma acção reveladora da sua grande generosidade, que muito agradeço.
Crazy Flower
Dear Alex,
Having read your website introduction page I just felt the need to say that I lived for 5 years with a sufferer of agoraphobia/severe panic attacks and the simplest everyday errand could become a world class feat – most people take for granted the ability to walk to the corner of the road and gaze up at the clouds in awe – I believe from my experience, above, that modern close contact living is to blame – If one lived alone in a say a 30 acre area and the only water supply was at the perimeter – one would get there – panic or not – instinct kicks in – man survives and becomes stronger – So many people need one other to function – the crutch is paraded as love and fools only the user.
Poetry and philosophy are the languages of the great Romanticists, who are unfortunately a dying breed in our modern world, where the language of money conforms and moulds us, directing us through life like leaves in the current, to be washed up who knows where! I will be honest and say life has hardened me, I no longer read theosophy or write poetry – I have seen how black and white life is – my dreams and ideals matter to no-one but me – I once had a dream – shattered by the Big Man with the Big Plan. Ultimately everyone’s goal is the same – self gratification of some kind! However smug or self content we (Mankind) are in our own self-importance due to our use of language and science we will always destroy something and someone with our creations. I work in an environment which brings me into contact with many people who have been damaged by the path of life – some behave as if mad – others succumb to addictions – others scam and use – within each one is a spark not yet extinguished. For the educated among them, Poets and Philosophers such as yourself can rekindle that dying hope of Life with idealisms and pretty prose – but what of the uneducated and slow-witted. Well I have found that even though I have lost all faith in dreams and idealism in a human world – kindness inspires where good sense/logic fails – smile with people because they are there with you not beacause they fit in with what is without!
You talk of love in your poetry as though it’s something so deep you will never reach it – something so magical that it doesn’t exist in your reality – something so pure and perfect it is unattainable. Are you standards set too high – one gem is not more beautiful than another because it is flawless – they are equal in beauty – equal in individuality – equal in value – so if each life is as precious as the next, who are we to judge – I accept an individuals immorality however extreme – cause and effect – they do it because – life has made them who/what they are – right choices only stem from the right education.
Sadly the Big Schemers, although well educated, are all corrupt and self-indulgent! Idealism is not attainable for Mankind as a whole as long as consumerism exists. Otherwise we consume ourselves….END OF LIFE AS WE KNOW IT!
I saw a Cinabar Moth for the first time in my life a short while back – at which moment I felt awe for such a delicate beauty – and yes – love for the spark within – rich from our chance encounter!
You will inspire many people in many ways – good fortune in all your endeavours
Shaz.
Alexandra
Desculpa ter demorado a responder, acho que deves pensar que se nunca nos tornámos mais próximos, então isso tem apenas que ver comigo e com a forma como me relaciono com os outros, e não contigo.
Espero que esteja tudo a correr bem contigo.
Eu regressei à pátria recentemente e ando a assentar novamente a pouco e pouco. (E as insónias continuam…).
Um beijinho,
Lisa
How are you and what are you doing in Lisbon? Are Lisbon people treating you well?
How is your father? Are you getting along with your family at the moment?
Are you filling the streets with your beautiful music? Hoping all is well and let me know all you’ve been up too.
Eugénio Lopes
Caro Eduardo
Obrigadfo pela atenção dada à minha solicitação- Verifiquei o teu Site, mas tive o tempo suficiente para aprofundar. Bom início de semana. O Paulino continua em CV, de serteza já é do teu conhecimento. Telefonou-me ontem da Praia. Abraços
Eugénio Lopes
Shannon
May the hidden fingers of night weave your dreams into a beautifully vivid surreality of your heart’s desires so that upon waking you walk fluidly into the next chapter of your life led by naked intuition and worldly wise courage. When you touch the girl of your dreams time will stand still for a lifetime and death will be but another chapter you read upon your journey through the veils of existence with another soul that touched the heart of you own being for eternity!
Introdução
Introduction
Introduction
Introducción
Einführung
导言
מבוא
المقدمة
Introduzione
自己紹介
Introductie
Вступление
