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	<title>Eduardo Alexandre Pinto</title>
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	<description>Welcome to my Official Web Page, I am a Poet and Writer</description>
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		<title>Noam Chomsky and Eduardo Alexandre Pinto</title>
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		<pubDate>Sat, 19 May 2012 11:35:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Noam Chomsky &#160; 3:10 AM (9 hours ago) &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; to me &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; Wish I could help.  It’s been 15 years since I had any contact with Lula. &#160; From: &#8230; <a href="http://eduardoalexandrepinto.com/2012/05/noam-chomsky-and-eduardo-alexandre-pinto/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Noam Chomsky</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>3:10 AM (9 hours ago)</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>to me</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Wish I could help.  It’s been 15 years since I had any contact with Lula.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>From: Eduardo Alexandre Pinto [mailto:alex.lisbon@gmail.com] Sent: Friday, May 18, 2012 4:32 PM To: Noam Subject: Request</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dear Professor,</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>I have read  about your experience in Brazil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>I would like and since you know Lula da Silva, do to the following:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Protect the Brazilian Native Indians</p>
<p>Ask Lula to use his political influence to pressure Dilma Rousself to the block  of the wooden industry on Amazons (it is of extreme importance for the world).</p>
<p>Think of your children and grand children and on yourself as well.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Thank you.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Wilhelm Reich</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 07:32:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[I first met Wilhelm Reich on January 6, 1946, and saw him for the last time on January 27, 1957. During these years, I came to know him very well. He was a true child of nature, never quite caught &#8230; <a href="http://eduardoalexandrepinto.com/2012/05/wilhelm-reich/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>I first met Wilhelm Reich on January 6, 1946, and saw him for the last time on January 27, 1957. During these years, I came to know him very well. He was a true child of nature, never quite caught up in our patriarchal civilization. He could be as soft and warm as a summer breeze or as violent and angry as a thunderstorm; he was as trusting as a child, and yet he could see through the smoothest intrigue. His Character Analysis is a classic on the understanding of human structure, yet he would be easily fooled by people. At times, it seemed, he was unable to grasp the simplest explanation, but he could make clear the most difficult problems to anyone. He changed his mind frequently, but never swerved from his scientific integrity. His humor at times was most delightful, yet at other times he seemed humorless. Although he was impatient, he would wait two years after the writing before publishing a book. He was radical, in the true sense, but voted with the conservatives, believing them most interested, ultimately, in human freedom. He loved social activity, but spent much of his life alone. He was a man who loved babies and children, and he left his estate to be used for their welfare. I never saw him without learning something. He had a quality of reviving people and stimulating their interest in broader horizons and vistas beyond their own narrower lives. To quote from Shakespeare&#8217;s &#8220;Hamlet&#8221;: </strong> <strong> </strong> <strong> </strong> <strong> </strong> <strong>He was a man, take for all in all, I shall not look upon his like again.</strong></p>
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		<title>Cartas de Margarida, 22 de Dezembro de 1995, outras datas</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 07:32:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Lisboa, 22 de Dezembro de 1995 Amor, É hoje o dia mais pequeno do ano, em que começa o Inverno e eu a escrever-te enquanto vou espiando o céu. É bom voltar a este tempo (estação do ano) em que &#8230; <a href="http://eduardoalexandrepinto.com/2012/05/cartas-de-margarida-22-de-dezembro-de-1995-outras-datas/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lisboa, 22 de Dezembro de 1995</strong>  <strong>Amor,</strong>  <strong>É hoje o dia mais pequeno do ano, em que começa o Inverno e eu a escrever-te enquanto vou espiando o céu. É bom voltar a este tempo (estação do ano) em que começou a nossa história e sentir-me mais tranquila e segura porque as coisas já estão bem há alguns dias/semanas.</strong>  <strong>Tenho cada vez mais certezas quanto a nós e acho que vamos conseguir fazer as coisas tal como é preciso que as façamos. Custa muito esta espera e só de pensar numa casa nossa e em acordar todos os dias ao teu lado, apetece-me assaltar um banco e fugir contigo (para uma ilha no Pacífico?). Mas, como tu dizes, nós temos os nossos esquemas aqui em Lisboa e pode ser que consigamos aguentar até chegar a nossa altura (como dizia a Marta no outro dia).</strong>  <strong>Já estou com saudades de nós na cama, do sexo e das conversas depois e das noites em branco (na tua casa, na da Filipa, no Porto, no Interail, em Tróia), de prazer, cigarros e confidências. Havemos de fumar haxe no teu cachimbo novo e beber vinho e comer pinhões (afrodisíacos) e fazer amor como loucos. O nosso sexo pintado pelo Júlio Pomar.</strong>  <strong>Gostei muito de estar contigo ontem no jardim, dos beijos a saber a tabaco, de apanhar chuva.</strong>  <strong>Por mais impossível que possa parecer, porque de cada vez que me parece que cheguei ao máximo, amo-te mais em cada dia que passa.</strong>  <strong>Porque tua,</strong>  <strong>Anja</strong></p>
<p>Alexandre,  (depois de ler a tua carta)  Ainda não partiste e já a saudade parece querer ocupar-me a alma.  Desculpa se não fui muito &#8220;eloquente&#8221; há bocadinho mas odeio despedidas e só me apetece chorar e depois despacho tudo muito depressa para não me desfazer num pranto.  Adorei a tua carta e adorei que tivesses escrito &#8220;Ana&#8221;. Se um dia não casarmos e não formos para Cabo Verde, hei-de ter as tuas cartas, como as coisas mais bonitas que me escreveram em toda a minha vida. Muitas vezes só não as comento porque não encontro palavras para exprimir aquilo que sinto quando as leio.  Sabes, todos os medos e dúvidas não podem ser dissipados por nenhum sentimento, por mais que eu me sinta tua ou que te sinta meu. E isso porque amar aumenta os medos. Eu sei que O Jim dizia, &#8220;vamos foder até afugentar a morte&#8221; (e, logo, o medo) mas eu acho que era apenas mais uma mentira ou uma fuga, uma maneira de esconder tudo o que nos assusta. Ou talvez seja, apesar de apenas temporária, uma solução. Não sei. Se calhar nem sequer devemos estar agarrados à vida, só aos sonhos. &#8220;Nice Dream&#8221;, (é a música dos Radiohead que estou a ouvir, só agora reparo).  Neste mês de Abril, onde um tempo estranho e abafado se substituiu à chuva habitual e tu te vais embora, só me apetece partir, e não ter mais preocupações e podermos estar juntos, sem limites e sem tempo. Só que a vida não é assim e eu também não tenho coragem, pelo menos para já.  Como está Vila Real e todos aí? Escreve-me a contar tudo (embora enquanto escrevo ainda estejas em Lisboa, ao leres isto já estás longe &#8211; percebeste?). E não te esqueças de mandar beijos meus à tua prima e dizer-lhe que lhe desejo boa sorte e essas cenas.  Beijos também para ti,  Ana  P.S. 6 de Abril &#8211; Morte do Kurt &#8211; faz um ano</p>
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		<title>Corrupção no Infarmed em conluio com a Farmácia Central em Campolide, Lisboa</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 07:30:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Corrupção no Infarmed em conluio com a Farmácia Central em Campolide/Lisboa, segue carta cuja resposta nunca chegou, Lisboa, 12 de Março de 2008 Caros senhores, Eu, Eduardo Alexandre Miranda Pinto, de 37 anos de idade, residente em Campolide, Lisboa, na &#8230; <a href="http://eduardoalexandrepinto.com/2012/05/corrupcao-no-infarmed-em-conluio-com-a-farmacia-central-em-campolide-lisboa-2/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Corrupção no Infarmed em conluio com a Farmácia Central em Campolide/Lisboa, segue carta cuja resposta nunca chegou,  Lisboa, 12 de Março de 2008  Caros senhores,  Eu, Eduardo Alexandre Miranda Pinto, de 37 anos de idade, residente em Campolide, Lisboa, na Rua General Taborda nº 9- 3º dto, venho por este meio denunciar uma violação psicológica e física à minha integridade humana.  Fatalmente, devido ao sofrimento inerente, padeci de Esquizofrenia Paranóide entre 1990 e 1999 e actualmente, de Perturbação de Pânico com Agorafobia, estando a primeira patologia regulada quimicamente desde Janeiro de 1999, após várias consultas com o Dr. Flora Bento, apresentando-se como Residual por mais ambíguo que possa parecer o diagnóstico.  Em Agosto de 1999, despoletou a minha Perturbação de Pânico com Agorafobia e vi-me dentro de mais um terror, mas desta vez, as fobias impedem de me deslocar livremente para fora da minha zona de segurança que é a minha área de residência.  E portanto, ainda que me ocupe com a escrita poética e narrativa, como algumas traduções, necessito de sair de casa, para exercitar os músculos e é pelas ruas de Campolide que o faço. Claro sou muito mal tratado pela população local, que me vê como um louco ou preguiçoso, mas tenho que sair às ruas, ver, sentir, respirar, além do que vejo através da minha janela.  Por volta do ano de 2000, a funcionária da Farmácia Central de Campolide, Maria Paula de Cortes Menezes, decidiu que eu seria para ela uma espécie de mensageiro, moço de recados, visto eu também ter muito pouco dinheiro. A dita mulher, a quem eu tratava de assuntos pessoais, assim como os da Farmácia, explorava-me e abusava psicologicamente, dizendo coisas à frente dos clientes do estabelecimento, como:&#8217; Mate-se!&#8217;; &#8216;Atire-se da Ponte!&#8217; Atire-se para a linha de comboio!&#8217;… Isto durou até ao verão de 2006 creio. A mulher tirou proveito da minha insuficiência económica, para me explorar e maltratar, eu que ainda assim a amparei, aquando da morte de uma gata de sua estimação, da mãe e depois do marido.  Por volta de 2001, uma licenciada em Farmácia, Ana Catarina Ramos (nome de solteira), entrou ao serviço da Farmácia Central de Campolide e gerou-se uma amizade e convívio saudável, embora tivesse notado que esta jovem que agora conta com 30 anos, fosse facilmente influenciável pela antiga funcionária que mencionei no início.  E tendo eu também ajudado e apoiado esta jovem em assuntos tanto da farmácia como pessoais.  Várias vezes ao longo destes anos, fui ameaçado com um pau com cerca de 40 centímetros (sensivelmente) e coberto com papel ilustrado, batendo tanto uma como outra das funcionárias em cima do balcão, mais uma vez o estigma e a necessidade e humilhar quem ajuda de coração.  Na passada Segunda-Feira, dia 10 de Março de 2008, dirigi-me à Farmácia Central de Campolide, nº 17, cujo director técnico é o Dr. António Lopes Vieira. Após olhar para dentro numa das minhas incursões pela rua e fui mostrar pacificamente à farmacêutica, Ana Catarina Ramos, visto ser a única licenciada nesta área neste estabelecimento e também porque ela é mais branda e mostrei um filme no formato de DVD e expliquei-lhe que o filme tinha como actriz a Juliette Binoche e que o filme se chamva, \&#8221;Rendez-Vous\&#8221; Encontro, em português. Ela não percebeu e confundiu teimosamente o título com o nome da actriz ao que eu lhe explicava a diferença, mas eis que sai disparada do balcão de X-Acto em punho e bem aguçado. Eu defendi-me com um guarda-chuva que tinha no momento e a Ana Catarina Ramos continuava a ameaçar-me, ajudada por uma varina, uma empregada de limpezas da Farmácia.  Sofrendo eu de Perturbação de Pânico, fiquei muito agitado e ansioso e tendo que recorrer a um comprimido SOS, Valium 10 Mg, quase a seco. Escondi-me nas minhas escadas e chamei a polícia que agiu em favor da Farmácia Central de Campolide.  Talvez por saberem que o Dr. António Lopes Vieira (o director técnico é detentor de uma grande fortuna, acumulada ano após ano, após ter roubado o direito de propriedade à irmã, a Dona Maria Teresa, obrigando-a a assinar um papel e aqui tenho testemunhas, não só da irmã como de outros familiares. Este assunto quer trazer à baila a visão economicista de liberdade e a segregação social de quem tem uma personalidade independente e diferente do que é considerado a normalidade e aqui vinco o meu território, aliado às patologias mencionadas, que me induzem numa vida de extremas dificuldades no meio onde resido.  Declaro mais uma vez que esta Farmácia e os seus funcionários (excepção para o ´Técnico de Farmácia&#8217;, António Oliveira) e proprietários são pessoas destituídas de fibra moral e que no dia 10 de Março fui a gota de água da violência psicológica e física e que esta maneira de proceder não é obviamente humana e portanto venho requerer a vossa intervenção, não só em meu nome, mas como de todos a quem eles maltratam…  Atenciosamente,  Eduardo Alexandre Miranda Pinto</p>
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		<title>Love as Art to think by Eduardo Alexandre Pinto</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 06:28:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[In honey tears the metalizing fog and the unusual move of things that look and guess for fitting to mind, namely to decide about the error that started in the lack of births creating deformed hands and diametrically opposed to &#8230; <a href="http://eduardoalexandrepinto.com/2012/05/love-as-art-to-think-by-eduardo-alexandre-pinto/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>In honey tears the metalizing fog and the unusual move of things that look and guess for fitting to mind, namely to decide about the error that started in the lack of births creating deformed hands and diametrically opposed to courage in the decision to hit the deft hand, there is a clear day in natural form and on the calendar, the river, leaving the vessels and the moon following this time very connected to the disorganization of the fertility of the mind which may lie with the nostalgia of millions of minds, a golden tone in the outbreak of multiple forces when two or more distant lands, and souls, taking on his genuine chest. The words which proclaims hope, a space of trust and solidarity, where the machines move inside a large light and space opening in a new oxygenation of times on this constant questioning and working with urgency, it is difficult as there is water in the cosmos and on future sources of pleasure, the sun is estimated by marriage to the love &#8230; never being alone, under the sign of being human&#8230; A penniless logic does not disdain the huckster, it wanders that there are enough like a marble tomb sheltered by the reverberation of a huge decal of many western side stories. I put the hummus in a lost Portugal with the real formula that hoists the sexuality from these people, after the predisposition of the heart to strength and saving the cracks of all the economic measures for generations and generations in order to suspend their relationship with a poetic singularity in its pure direction and now at their eyes. So the pleasure with a logic of natural science of a constant emotional rotation, passionate and lifted from my inventory, but friendly to those who evokes Xu Zhimo for a love tattooed as art to think.</p>
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		<title>Campolide e a sua infidelidade histórica contada por (Eduardo Alexandre Pinto)</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 17:33:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Rua General Taborda e Campolide em geral (sendo geral 20 000 pessoas) são um fenómeno de cruel ignorância social em que Carlos Celso dos Santos Alves foi espancado, sangrando e sendo humilhado pelo povão imbecil deste bairro de Lisboa. &#8230; <a href="http://eduardoalexandrepinto.com/2012/05/campolide-e-a-sua-infidelidade-historica-contada-por-eduardo-alexandre-pinto/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Rua General Taborda e Campolide em geral (sendo geral 20 000 pessoas) são um fenómeno de cruel ignorância social em que Carlos Celso dos Santos Alves foi espancado, sangrando e sendo humilhado pelo povão imbecil deste bairro de Lisboa. Um génio da geometria. Eu Eduardo Alexandre Pinto, cresci no número 9 &#8211; 3º Dto da Rua General Taborda, tendo auxiliado milhares de pessoas desde sempre. Vivi em paz, prazer, amizade. Quem me conhece sabe o que dei a todos desta cidade por todas as ruas e casas de Lisboa sem distinção de cor, credo, status, raça.</p>
<p>Missão Cumprida.</p>
<p>Eduardo Alexandre Pinto</p>
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		<title>Alexander Lowen</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 11:53:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&#8220;As one grows older, the sense of separateness is slowly reduced. Old people do not live on an ego level. Their concerns are not about their individuality but about the river of life, the family, the community, the nation, people, &#8230; <a href="http://eduardoalexandrepinto.com/2012/05/alexander-lowen/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>&#8220;As one grows older, the sense of separateness is slowly reduced. Old people do not live on an ego level. Their concerns are not about their individuality but about the river of life, the family, the community, the nation, people, animals, nature, life. They can die easily if they are assured that life will continue positively, for they feel part of the river again, and soon they will be part of the ocean. When they are very old, they no longer belong to our time and space but to all time and all space.&#8221;</div>
<p>Alexander Lowen</p>
<p><!-- google_ad_section_end -->&nbsp;</p>
<table width="100%" cellspacing="0">
<tbody>
<tr valign="middle">
<td align="right"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		<title>Carta de Margarida a Alex</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 16:43:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Lisboa, 17 de Janeiro de 1995, Alex,  Adoro escrever cartas (talvez porque só escrevendo consigo exprimir certas coisas) mas nunca sei como começá-las. É este o primeiro passo que custa a dar, para depois a caneta se soltar e correr &#8230; <a href="http://eduardoalexandrepinto.com/2012/05/carta-de-margarida-a-alex/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lisboa, 17 de Janeiro de 1995,</p>
<p>Alex,  Adoro escrever cartas (talvez porque só escrevendo consigo exprimir certas coisas) mas nunca sei como começá-las. É este o primeiro passo que custa a dar, para depois a caneta se soltar e correr em devaneios inquietos.  Acabei de ler a tua carta e quis tanto ter-te aqui para poder olhar os teus olhos no nosso jogo sem fim e estar contigo, nessa leveza que me fazes sentir.  A falta que sinto de ti é enorme e ridícula, como se não te visse há muito; chove lá fora e imagino que andamos a correr (sim às vezes gosto de correr), numa floresta enorme ou nesta nossa cidade branca, para que toda a água nos limpe a alma e possamos rir, num riso puro e sem medos.  Queria tanto saber todas as palavras certas para te poder explicar aquilo que sinto, como numa melodia perfeita ou num poema (tocado pela poeira das estrelas).  18-01-95  Está um dia mesmo bom para andarmos por aí a passear, sem rotas, nem horas, nem chaves. Só nós, o sol, a relva, e o resto como cenário de fundo (lembras-te?).  Mas hoje tenho aulas práticas e não posso faltar mais se quero ter uma avaliação. Ou como dirá a nossa maninha, puta de vida!  Há alturas em que só me apetece fugir para longe, muito longe, para um lugar onde o tempo não exista e eu me possa perder em deambulações vãs. Contigo.  Beijos  Ana  (Eu depois explico-te).  P.S.  – You make me real</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Aulas Particulares de Inglês, Arte, História, Filosofia e Psicanálise a crianças, jovens e séniores (M-F) em Lisboa</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 16:49:51 +0000</pubDate>
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		<title>1989 by Eduardo Alexandre Pinto</title>
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		<pubDate>Sat, 05 May 2012 09:03:47 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>When I was 5 I had my first sexual impulse with a girl at the kindergarden in Lisbon, I refrained myself to play with her because I knew I was going to be punished. At the age of 7 I was forced to go to elementary school against my will, I cried in the first days, then I said to myself that I would chose freedom by intuition of time and it happened. At the school, I introduced sexuality, we the kids were in close touch with our genitals and kissed everywhere at the same time we were oppressed with education. During the 6 years I spent at school I was the best student and athlete. I had respect from all the people of my hometown or most of all, one man, tried to abuse from me at a eletric train, I got rid of him. The historical background of Portugal at that time, was a big sum of social misery while the cowards from the April the 25th of 1974 Portuguese Revolution came back from abroad, they stole more and more as it happened in my family and this is why my parents thought I could help to recover our economy by having an academic degree. At high school I created my freedom, everybody had respect on the heritage of the land, where I belong through my wild temper and since 1986 till 2010, I spent my energy saving lives, more than 100 000 persons, including all kind of animals living in Portugal as well as trees and stones. In 1989, there was a tremendous energy in Lisbon; I met Fakkakboy in that year, seeing him in the spring of 2008 and briefly in the winter of 2009. Many historical things happened in the year of 1989 worldwide.<br />
Expansion is necessary while contraction is the body-mind emotional reaction being an imposed resignation not aware by the masses due to the subtle propaganda through the media and at the streets by the consequent generating social emulation.<br />
In the 21th century I was at close contact with prodigious children both boys and girls but and alike me, we had to survive with money and were forced to abandon our tallents by working for the state squad. We are all in close contact, publishing books, painting, sculpting, making music, theatre, ballet, fashion or cinema; culture as hidden paths speaking at the public and all we can do is to spend our time, organizing this chain of lust. Sadly many young people, died during this process.<br />
Cordially,<br />
U96</p>
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